LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Pernambuco: mortes de homossexuais em 2012 não foram por homofobia

Pernambuco: mortes de homossexuais em 2012 não foram por homofobia

by Valquiria

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Damázio, divulgou nota oficial à imprensa, onde a Secretaria de Defesa Social (SDS) do município, afirma que os 30 homicídios de homossexuais registrados em 2012 não ocorreram por homofobia.
Para a SDS, as motivações foram: passionais, discussão, interesse financeiro, roubo (latrocínio), entorpecentes/drogas, embriaguez, dentre outros. Segundo o órgão, a demanda do movimento foi respondida por meio do Ofício nº 3129-GAB/SDS. Do total, 15 foram remetidos à Justiça com autoria.
Nota oficial
Wilson Damázio destacou que há seis anos o Estado era "campeão da violência" e, após a implantação do programa Pacto Pela Vida, houve uma redução de 14% na taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) nesse último mês de novembro. Segundo a nota, foram registradas 252 vítimas, 38 a menos do que no mesmo período de 2011, que registrou 290 homicídios.
Durante 2012, 3.009 homicídios ocorreram em Pernambuco, 227 a menos em relação ao período de janeiro a novembro de 2011 - o que representa uma queda da taxa de 8%. Considerando os últimos doze meses, a taxa de CVLI registrada entre dezembro de 2011 e novembro de 2012 chega a 36,55% por 100 mil habitantes.
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Fonte: NE10

sábado, 8 de dezembro de 2012

(Vídeo) - 21 de Janeiro de 2013 d.C - Será o primeiro ano de comemoração e Combate à Intolerância e Truculência Homossexual, e Ditadura das Minorias aos Valores Virtuosos. Lançado pelo ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinista

21 de Janeiro de 2013 d.C
Combate à Intolerância e Truculência Homossexual, e Ditadura das Minorias aos Valores Virtuosos.
 
Será o primeiro ano de comemoração e Combate à Intolerância e Truculência Homossexual, e Ditadura das Minorias. Lançado pelo ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinista.
 
 
(Vídeo) - Você é favor do GOVERNO PETISTA destinar MILHÕES DE REAIS do dinheiro público para PATROCINAR A VERDADEIRA PRÁTICA das PARADAS GAYS? Você aprende Honestidade? Integridade? Caráter? Família Estruturada? Trabalho? Virtude? Moral? Santidade e Pureza? Amor e Caridade?
 
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Parada gay, cabra e espinafre


Parada gay, cabra e espinafre

16/11/2012
PARADA GAY, CABRA E ESPINAFRE
Segue transcrição de artigo do J. R. Guzzo, publicado na Revista Veja, no dia 14 de novembro de 2012.
Já deveria ter ficado para trás no Brasil a época em que ser homossexual era um problema. Não é mais o problema que era, com certeza, mas a verdade é que todo esforço feito há anos para reduzir o homossexualismo a sua verdadeira natureza – uma questão estritamente pessoal – não vem tendo o sucesso esperado. Na vida política, e só para ficar num caso recente, a rejeição ao homossexualismo pela maioria do eleitorado continua sendo considerada um valor decisivo nas campanhas eleitorais. Ainda agora, na eleição municipal de São Paulo, houve muito ruído em torno do infeliz “kit gay” que o Ministério da Educação inventou e logo desinventou, tempos atrás, para sugerir aos estudantes que a atração afetiva por pessoas do mesmo sexo é a coisa mais natural do mundo. Não deu certo, no caso, porque o ex-ministro Fernando Haddad, o homem associado ao “kit”, acabou ganhando – assim como não tinha dado certo na eleição anterior, quando a candidata Marta Suplicy (curiosamente, uma das campeãs da “causa gay” no país) fez insinuações agressivas quanto à masculinidade do seu adversário Gilberto Kassab e foi derrotada por ele. Mas aí é que está: apesar de sua aparente ineficácia como caça-votos, dizer que alguém é gay, ou apenas pró-gay, ainda é uma “acusação”. Pode equivaler a um insulto grave – e provocar uma denúncia por injúria, crime previsto no artigo 140 do Código Penal Brasileiro. Nos cultos religiosos, o homossexualismo continua sendo denunciado como infração gravíssima. Para a maioria das famílias brasileiras, ter filhos ou filhas gay é um desastre – não do tamanho que já foi, mas um drama do mesmo jeito.
Por que o empenho para eliminar a antipatia social em torno do homossexualismo rateia tanto assim? O mais provável é que esteja sendo aplicada aqui a Lei das Consequências Indesejadas, segundo as quais ações feitas em busca de um determinado produzido podem produzir resultados que ninguém queria obter, nem imaginava que pudessem ser obtidos. É a velha história do Projeto Apollo. Foi feito para levar o homem à Lua; acabou levando à descoberta da frigideira Tefal. A Lei das Consequências Indesejadas pode ser do bem ou do mal. É do bem quando os tais resultados que ninguém esperava são coisas boas, como aconteceu no Projeto Apollo: o objetivo de colocar o homem na Lua foi alcançado – e ainda rendeu uma bela frigideira, além de conduzir a um monte de outras invenções provavelmente mais úteis que a própria viagem até lá. É do mal quando os efeitos não previstos são o contrário daquilo que se pretendia obter. No caso das atuais cruzadas em favor do estilo de vida gay, parece estar acontecendo mais o mal do que o bem. Em vez de gerar a paz, todo esse movimento ajuda a manter viva a animosidade; divide, quando deveria unir. O kit gay, por exemplo, pretendia ser um convite à harmonia – mas acabou ficando com toda a cara de ser um incentivo ao homossexualismo, e só gerou reprovação. O fato é que, de tanto insistirem que os homossexuais devem ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos, ou como uma espécie ameaçada, a ser protegida por uma coleção cada vez maior de leis, os patronos da causa gay tropeçam frequentemente na lógica – e se afastam, com isso, do seu objetivo central.
O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas lideranças. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado da sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente oposta à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.
Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população: já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas num país onde se cometem 50000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays: é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser mortos com um tiro na cabeça se fizerem gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais: o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes: são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.
Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para este tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270000 manifestantes, e que apenas 65000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S. Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ser divulgado, para não “estimular o preconceito” – mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”: insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gosta de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos dos outros.
Há mais prejuízo do que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode casar. Não pode se casar com a própria mãe, ou com uma irmã, filha, ou neta, e vice-versa. Não pode se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais, e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles, então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Têm de respirar a “legítima”, que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão livremente doar 100% do seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?
A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço de transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia” é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada, tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal: ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa promoção? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio?
Os gays já percorreram um imenso caminho para se libertar da selvageria com que foram tratados durante séculos e obter, enfim, os mesmos direitos dos demais cidadãos. Na iluminadíssima Inglaterra de 1895, o escritor Oscar Wilde purgou dois anos de trabalhos forçados por ser homossexual; sua vida e sua carreira foram destruídas. Na França de 1963, o cantor e compositor Charles Trenet foi condenado a um ano de prisão, pelo mesmo motivo. Nada lhe valeu ser um dos maiores nomes da música popular francesa, autor de mais de 1000 canções, muitas delas obras imortais como Douce France – uma espécie de segundo hino nacional de seu país. Wilde, Trenet e muitos outros foram homens de sorte – antes, na Europa do Renascimento, da cultura e da civilização, homossexuais iam direto para as fogueiras da Santa Madre Igreja. Essas barbaridades não foram eliminadas com paradas gay ou projetos de lei contra a homofobia, e sim pelo avanço natural das sociedades no caminho da liberdade. É por conta desses progressos que os homossexuais não precisam mais levar uma vida de terror, escondendo sua identidade para conseguir trabalho, prover o seu sustento e escapar às formas mais brutais de chantagem, discriminação e agressão. É por isso que se tornou possível aos gays, no Brasil e no mundo de hoje, realizar o que é a maior e a mais legítima ambição: a de serem julgados por seus méritos individuais, seja qual for a atividade que exerçam, e não por suas opções em matéria de sexo.
Perder o essencial de vista, e iludir-se com o secundário, raramente é uma boa ideia.

http://vinacc.org.br/Conteudo.asp?Id=1864&sec=2&tip=3

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Uma das causas da crise financeira da Europa - Aquilo que o homem semear ele irá colher - A Internacional de Lésbicas e Gays (ILGA) recebe da União Européia 70% do seu orçamento anual.



Católico perseguido pelo movimento homossexual



Nilo Fujimoto

Católico da ilha de Malta é perseguido pelo movimento homossexual por ser católico: mais um fato a se somar à onda de cristianofobia


É largamente conhecida a perseguição que lobbies anticristãos movem contra aqueles que ousam manifestar claramente seu cristianismo.
Esse cenário de perseguição é constante no berço da civilização cristã: a Europa.
O site de notícias “Religión en Libertad” apresenta o ataque ostensivo que movimentos pró aborto e homossexualismo perpetram contra o candidato a comissário para a Saúde e Política do Consumidor da União Europeia, o maltês Tonio Borg, ex-vice presidente de seu país e ministro dos Negócios Estrangeiros.
Estas organizações empenham-se numa campanha de difamação acusando a Tonio Borg de homofóbico e de radical.
O motivo? Ter se declarado publicamente católico.
Por quê? Porque para aquelas organizações as crenças dele são incompatíveis com os “valores europeus”.
Quais valores? Certamente não os que deram origem à verdadeira civilização, a cristã.
São episódios de uma mesma perseguição onímoda, radical, implacável e intolerante contra aqueles que pensam o contrário.
Cumpre a nós opormos a barreira da resistência. A simples oposição representa um ato de resistência, mas ela precisa ser manifestada.
O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira costumava lançar desafios e este eu me lembro: “Os céticos poderão sorrir. Mas o sorriso dos céticos jamais conseguiu deter a marcha vitoriosa dos que tem fé.”

P.S.: Para seu conhecimento:

- A Internacional de Lésbicas e Gays (ILGA) recebe da União Européia 70% do seu orçamento anual.
- Até o comitê para as ONGs do Conselho Econômico Social da ONU recomendou aos Estados membros não outorgar caráter consultivo a ILGA porque esta organização ampara entidades de defesa da pedofilia, e ocultam o eufemismo de “amor intergeracional”.
Fonte: “Gays, abortistas y laicistas se lanzan contra un católico que aspira a comisario europeo” http://www.religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=25912 

http://ipco.org.br/home/noticias/catolico-perseguido-pelo-movimento-homossexual

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Apresentadora de programa cristão conta como deixou o homossexualismo

Apresentadora de programa cristão conta como deixou o homossexualismo

“Não foi a igreja nem nenhuma oposição, mas Deus falou ao meu coração que aquilo que eu sempre procurei havia acabado de encontrar. E realmente a minha vida mudou”
 
Priscila Coelho, 28 anos, atualmente é apresentadora do programa ‘Amplificador’ da Rede Super de Televisão. Ela contou como deixou o homossexualismo e as drogas aos 24 anos, após um encontro com Deus. “Eu entrava no quarto e pensava comigo mesma que eu desejava o Deus que a minha mãe serve”.
 
Filha de pais cristãos, Priscila contou que desde criança foi uma pessoa agitada e que aos 5 anos sofreu abuso sexual, o que mudou a sua vida.
 
De acordo com a publicação Lagoinha, a apresentadora disse que o abuso fez com que o sexo estivesse sempre muito presente em sua vida.
 
Ela revela que apesar de sentir atração por mulheres só iniciou relacionamentos com pessoas do mesmo sexo após um tio se declarar gay.
 
“Acredito que ele despertou em mim algo que eu já gostava. Então, em um dia, ele me disse que era gay, e essa informação mexeu comigo. Descobri que eu também gostava de me relacionar com pessoa do mesmo sexo, mas não foi culpa dele. Eu já tinha certo interesse! Ele apenas despertou o que estava dentro de mim”.
 
Priscila ainda revela que em seus relacionamentos homossexuais tentava reproduzir de forma psicológica aquilo que havia sofrido durante o abuso sexual quando criança. “Procurava manter as meninas sob domínio e queria que elas ficassem apaixonadas por mim. Aproveitava do sentimento delas e ‘pisava’”.
 
A apresentadora conta que sentiu como “um abismo chama o outro”, referindo-se a época em que bebia e usava drogas. “Usava muita cocaína”, revelou.
 
Conversão
 
Priscila afirmou que tinha a consciência de que havia um Deus e que “ele não estava satisfeito com o que eu fazia”.
 
Após o término de um relacionar com uma garota com quem vivia no Rio de Janeiro. Priscila conta que resolveu voltar para Belo Horizonte (MG).
 
Ela já havia participado de alguns cultos da Igreja Batista da Lagoinha, e segundo a apresentadora, ao ouvir as pregações do pastor André Valadão chegou a sentir vontade de se converter ao Cristianismo.
“Mas toda vez que eu pensava em me converter, imaginava que devia largar o lesbianismo, e como não queria, ficava adiando”.
 
Porém, ao voltar para sua cidade foi a um retiro evangelístico, promovido pela igreja, onde pode ouvir Deus falar ao seu coração. “Retornei na segunda-feira e decidi largar tudo. Não foi a igreja nem nenhuma oposição, mas Deus falou ao meu coração que aquilo que eu sempre procurei havia acabado de encontrar. E realmente a minha vida mudou”.
 
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Fonte: The Christian Post
 
 
 
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

O PT virou um partido de LOUCOS e RETARDADOS - PT quer criar cota para que escolas tenham professor gay

PT quer criar cota para que escolas tenham professor gay; Pr. Silas comenta

 
 
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) denunciou na última quarta-feira (17), no Plenário da Câmara, uma proposta do PT de criar cotas para professores gays em escolas do 1º grau.
 
Bolsonaro, que chegou a citar a enérgica atuação do pastor Silas Malafaia na luta contra os privilégios da comunidade LGBT, afirmou que o projeto é apoiado pela presidente Dilma Rousseff e propõe que cada escola pública do ensino fundamental tenha um número mínimo de vagas no corpo docente reservado para professores homossexuais.
 
O deputado protesta, também, contra a eleição do candidato Fernando Haddad (PT-SP) à prefeitura de São Paulo, já que o mesmo tem como plataforma política a briga pelos direitos homossexuais, sendo ele um dos responsáveis pela criação do polêmico kit gay.
 
Assista ao vídeo e, em seguida, o comentário do pastor Silas Malafaia



 
 
Pr. Silas Malafaia comenta
 
 
Desde de 2006 que eu tenho empreendido uma luta não contra pessoas, mas por questões de princípios e ideais em relação ao que os ativistas gays querem implantar a todo custo na sociedade brasileira. Nós, evangélicos, não queremos impedir ninguém de ser gay, e muito menos discriminá-los na sociedade. Mas dar privilégios e concordar com a desconstrução da família, isto nós não vamos aceitar. Vejam senhores, neste vídeo, o deputado Jair Bolsonaro denunciando o plano nacional dos direitos LGBT promovido pela secretaria dos direitos humanos, comandada por Maria do Rosário. Alguns absurdos entre tantos e se você quiser saber de todos entre no site da secretaria. Vou salientar:
 
1. Criação de cotas para professores gays. Que absurdo!
 
2. Desconstrução da heteronormatividade. Isto é, um homem e uma mulher e seus filhos chamado da família nuclear, que é a base da sociedade, não pode mais ser assim.
 
3. Impedir livros “homofóbicos” para as crianças. O que isto quer dizer é que se aparecer uma família somente com a figura de homem e mulher, isto é “homofobia”. Tem que ter dois homens, ou duas mulheres. E vai por aí a fora…
 
Pergunto a você: o que nós, povo de Deus, queremos para as gerações futuras? Vamos aceitar que as crianças nas escolas públicas sejam ensinadas que uma família heterossexual é igual a uma família homossexual? Que o individuo já nasce gay?
 
Toda historia da civilização humana está sustentada na família formada por um homem, uma mulher e seus filhos. Isto é antropológico, sociológico e teológico. Vamos ver o que vai acontecer com as gerações futuras com esta quebra de paradigma que Deus instituiu para o bem estar da sociedade. Vamos nos calar?! Até quando?! Onde estão os líderes evangélicos e o povo de Deus, que fingem que não está acontecendo nada, como se isso fosse uma guerrinha pessoal do Pr. Silas Malafaia? E pasmem os senhores, que existem sites e blogs ditos evangélicos que debocham de minhas posições e, no cúmulo do absurdo, dizendo que eu faço isso para conquistar notoriedade.
 
Lamento dizer:
 
ESTÃO A SERVIÇO DE SATANÁS NA DESCONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA SOCIAL MAIS IMPORTANTE PARA O SER HUMANO. A mais de 30 anos estou na televisão marcando posições que estão de acordo com os princípios estabelecidos por Deus e fazendo defesa da fé. A maioria dos meus críticos nem nascidos eram, e eu estou perguntando a eles:
 
O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO EM RELAÇÃO AO REINO DE DEUS? QUAL A PRÁTICA PECAMINOSA QUE QUER PERTURBAR TODA A VIDA HUMANA, QUE VOCÊS ESTÃO COMBATENDO? Eles aparecem agora por causa da internet, e a única obra fantástica que eles sabem fazer é criticar os que estão fazendo.
 
Meus amados, não vamos abrir mãos dos nossos princípios. Lembremos da palavra de Deus:
 
Efésios 5:13
 
Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta.
 
Agradeço a Deus por você, que tem discernimento espiritual e, dentro da sua possibilidade e espaço, tem combatido o pecado. O que você está fazendo pode parecer pequeno a seus olhos, mas eu declaro: VOCÊ ESTÁ FAZENDO UMA GRANDE OBRA! Deus conhece seu coração e possibilidades. Obrigado por sua combatividade, apoio, e intercessão em meu favor. Não sou perfeito, tenho erros e limitações, mas como você, estou combatendo o bom combate.
 
 
 
 
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VÍDEOS INTELIGENTES:

Perseguição Religiosa por parte de Militantes Homossexuais Esquerdistas, Petistas e Socialistas no Brasil

A Reforma do Código Penal trará perseguição religiosa
Prezado Luis,
Finalmente prevaleceu o bom senso!
Na semana passada a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou um ofício ao presidente do Senado José Sarney, pedindo que se discuta melhor o escabroso Novo Código Penal Brasileiro que querem implantar em breve no país.
E, para que você saiba melhor o que esse Novo Código Penal propõe (são temas que podem mudar profundamente a sua vida), convido-lhe a participar da palestra:
Reforma do Novo Código Penal
Início da perseguição religiosa no Brasil
Descubra por que você, que defende princípios cristãos, está sob ameaça e como cada um de nós deve reagir enquanto é tempo.

Já estamos na contagem regressiva para o evento, que acontecerá dia 25 de outubro, a partir das 19 hs, no Clube Homs, localizado na Av. Paulista, 735 (a 100 metros do metrô Brigadeiro – há estacionamento pago no local).
Quem falará sobre o Anteprojeto e da ameaça que ele representa para os cristãos do Brasil será o Pe. Paulo Ricardo.
Ele é membro do Conselho Internacional de Catequese (Coincat) da Santa Sé (Congregação para o Clero), desde 2002.
Leciona Teologia no Instituto Bento XVI, da Diocese de Lorena, SP, desde 2011. É autor de diversos livros e apresenta semanalmente o programa “Oitavo Dia”, pela Rede Canção Nova de Televisão.

Como dito acima, Luis, a OAB também pensa que, do modo como foi escrito, este Código Penal não pode ser aprovado pelo Senado, pois está cheio de erros grotescos e aberturas para praticar novos crimes.
No ofício enviado ao Senado, a OAB justifica o pedido afirmando que houve pouco tempo para elaboração e discussão do Projeto e pede:
“maior e mais prudente discussão sobre um estatuto humano e social de longa duração e que afeta a vida, a liberdade, a segurança, o patrimônio e outros bens jurídicos de milhões de pessoas”.
Este ofício certamente é uma pequena vitória a favor da moral cristã, Luis, mas ainda não estamos livres desse odioso Projeto.
Por isso, participe da conferência com o Padre Paulo Ricardo, que nos mostrará o quanto o Código Penal vai afetar negativamente nossa vida.

Cordialmente,
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br



Revendo estereótipos sobre a população LGBT nos Estados Unidos

Revendo estereótipos sobre a população LGBT nos Estados Unidos
Posted: 22 Oct 2012 09:22 AM PDT

Por - Augustus Nicodemus Lopes

 

A famosa agência de pesquisas Gallup liberou recentemente (18/10/2012) os resultados de uma pesquisa feita nos Estados Unidos que dão uma visão diferente do que se pensava acerca da população LGTB naquele país.

A pesquisa está sendo considerada a mais ampla já feita sobre este assunto. Ela pode ser lida na íntegra aqui.

A pergunta feita a mais de 121 mil indivíduos foi esta: “Você se identifica pessoalmente como lésbica, gay, bissexual ou transgênero?” Os resultados foram estes:

SIM – 3.4%
NÃO – 92.2%
NÃO RESPONDEU – 4.4%

A pesquisa ainda revelou que a maior porcentagem de LGTB’s está entre afro-americanos jovens e com escolaridade baixa.

Gary Gates, o demógrafo da Universidade da Califórnia que conduziu o estudo, ficou surpreso com os resultados. De acordo com ele, quem assiste televisão com frequência tem a impressão que a maioria dos LGTB é feita de ricos, brancos, com nível superior de estudo e que moram nas grandes metrópoles.

Outra surpresa foi para aqueles que sempre ouviram que a porcentagem de pessoas que se assumem como LGTB nos Estados Unidos era bem maior do que isto, beirando os 10%.

É interessante observar o poder da mídia e da propaganda para criar estereótipos e quadros que não correspondem à realidade.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

A incrível tentativa de jogar o kit gay no colo de Serra e de igualar coisas desiguais. Ou: campanha eleitoral oblíqua


A incrível tentativa de jogar o kit gay no colo de Serra e de igualar coisas desiguais. Ou: campanha eleitoral oblíqua

A Folha Online publica um texto de Mônica Bergamo cujo título é “Serra distribuiu material similar ao kit anti-homofobia do MEC em SP”; na homepage: “Serra distribuiu material similar ao ‘kit anti-homofobia’ do MEC em SP”. Estão tentando comparar coisas distintas. Falo disso daqui a pouco. Começo demonstrando que, do modo como está editada, a matéria é campanha eleitoral oblíqua em favor de Fernando Haddad. E demonstro por quê.
A Folha nunca escreveu coisas como “Haddad fez o kit gay”, “Haddad elaborou o kit gay” ou algo assim. Nunca personalizou o caso. Sempre se atribuiu o material ao Ministério da Educação, nunca ao então ministro. Também costuma chamar o kit gay de “kit anti-homofobia”. Agora, no esforço de igualar coisas desiguais, força a mão contra o tucano: “Serra distribuiu”; o material passa a ser chamado de… “kit gay”. É fabuloso. O material produzido pelo MEC para ser apresentado AOS ALUNOS nunca foi atribuído a Haddad pessoalmente; o material preparado pela Secretaria de Educação de São Paulo para os professores vira obra de Serra.
Segue trecho do texto da Folha. Volto em seguida.
*
O candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) distribuiu para as escolas paulistas, em 2009, quando era governador, um material semelhante ao que o MEC (Ministério da Educação), na gestão de Fernando Haddad (PT), começava a elaborar para combater a homofobia nas escolas.
O guia do governo de SP é assinado por Serra, pelo então vice-governador Alberto Goldman e pelo então secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza. Até um dos vídeos recomendados aos professores pelo kit tucano, “Boneca na Mochila”, é igual a um dos que, na época da polêmica com o MEC, foram criticados pela bancada evangélica, que ameaçou abrir CPI contra o governo de Dilma Rousseff caso o material fosse divulgado.
O MEC negou que este vídeo estivesse entre os que estudava adotar e a presidente suspendeu o programa. Destinado aos professores, o guia tucano aconselha que eles mostrem aos alunos desenhos ou figuras de “duas garotas de mãos dadas, dois garotos de mãos dadas, uma garota e um garoto se beijando no rosto, dois homens se abraçando depois que um deles faz um gol e duas garotas se beijando”.
(…)
A Secretaria de Educação de SP disse ontem, em nota, que “não possui o kit anti-homofobia nem material assemelhado. Temas como violência, uso de drogas e combate à discriminação em todos os aspectos, inclusive sexual, são abordados em programas como o Prevenção também se Ensina e em outras atividades pedagógicas”. Hoje, o órgão enviou nova nota à Folha em que afirma que o material anti-homofobia foi enviado apenas a professores, ao contrário do que ocorreria com kit do MEC.
O ministério, por sua vez, informa que os kits, caso fossem aprovados, iriam para 6.000 professores, e não para os estudantes.
(…)
Íntegra da nota da secretaria
“A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo esclarece que o material “Preconceito e discriminação no contexto escolar” é distribuído apenas para a equipe docente das escolas, diferentemente do kit sobre homofobia, que foi produzido pelo Ministério da Educação para ser apresentado diretamente aos alunos.
Além de seu público-alvo não ser os estudantes, seu conteúdo se baseia em propostas de abordagens mais sutis de situações a serem discutidas. O uso desse material pelos professores não é obrigatório. Trata-se de um suporte para lidar com assuntos sensíveis, podendo o educador, a seu critério e da equipe pedagógica, aproveitar esse material na medida do seu planejamento, com acompanhamento da coordenação escolar.
Assessoria de Imprensa
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo”
VolteiO material distribuído pelo governo do estado AOS PROFESSORES — NÃO SE PRODUZIU NADA PARA OS ALUNOS — combate todas as formas de preconceito, inclusive os relacionados à sexualidade. NÃO, EU NÃO CONCORDO COM TUDO O QUE VAI LÁ, não (para ler a íntegra do material, clique aqui). Também ele é fruto de um tempo de coisas fora do lugar. O fato é que são coisas muito distintas. Querer igualar o que se produziu na Secretaria com o que se produziu no MEC é uma forma de fazer campanha eleitoral em favor de Haddad.
Reitero: o material preparado por Fernando Haddad fazia proselitismo. Afirma com clareza que a bissexualidade é mais vantajosa do que a homossexualidade e defende que travestis usem banheiros femininos nas escolas. OS FILMES SERIAM EXIBIDOS AOS ALUNOS!
Estão tentando igualar o que é um material de ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR COM FILMES QUE SERIAM EXIBIDOS EM SALA DE AULA.
Seguem os três vídeos que Haddad queria distribuir AOS ALUNOS!
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-incrivel-tentativa-de-jogar-o-kit-gay-no-colo-de-serra-e-de-igualar-coisas-desiguais-ou-campanha-eleitoral-obliqua/



Divulgação:


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O desabafo de um homossexual contra o movimento das bichas enlouquecidas, no sentido de transformar o mundo num grande puteiro-hospício gay. Mesmo assim o PT gasta bilhões de reais do dinheiro público para promover a ideologização e homossexualização dos brasileiros!

GAY DA INGLATERRA SE REVOLTA COM HOMOSSEXUAIS QUE PERSEGUEM BOLSONARO E CHAMA PARADAS GAYS DE "CIRCO DOS HORRORES". TIRO MEU CHAPEU PARA ELE.





No maior país Cristão do Mundo,
Bolsonaro é um nome de peso
para Presidência em 2014.
*Tenho 42 anos, sou gay, advogado e moro em Londres. Nunca sofri nenhum tipo de discriminação em virtude de minha orientação sexual. E como gay, penso que tenho alguma autoridade nesse assunto. *

*Primeiramente - e já contrariando a turba - gostaria de expressar minha sincera simpatia pelo Sr. Bolsonaro, que no fundo deve ser uma pessoa de uma doçura ímpar, apesar de suas manifestações "grosseiras e/ou politicamente incorretas" Vou direto ao assunto. *

*Nunca tive problemas em ser homossexual porque sou uma pessoa normal, como qualquer heterossexual. Esse negócio de viver a vida expressando diuturnamente sua sexualidade é uma doença. A sexualidade é algo que se encontra na esfera da intimidade e não diz respeito a ninguém. *

*Não tenho trejeitos e não aprecio quem os tem. Para mim, qualquer tipo de extremo é patológico. Minha vida é dedicada e focada em outras coisas. Outros, como doentes que são, vivem a vida focados na sexualidade. O machão grosseiro e mulherengo ou a bicha louca demonstram bem estes extremos. Qualquer tipo de pervertido ou depravado, o pedófilo, etc..., estão neste barco. *

*Nunca fui numa parada gay e jamais irei, pois para mim aquilo é um circo de horrores, uma apologia à bizarrice - sejam francos e falem a verdade! Hoje aplaudimos o bizarro e a perversão doentia e ainda levamos nossos filhos pra assistir. Se a parada gay realmente fosse um ato político, relembrando sua real importância histórica, muito bem caberia no carnaval - abrindo o desfile das escolas de samba. Muito mais apropriado. *

*Está rolando sim, um movimento das bichas enlouquecidas, no sentido de transformar o mundo num grande puteiro-hospício gay. Eu tenho um sobrinho de 11 anos e nunca senti a necessidade de explicar para ele que o "titio é gay" - isto é uma palhaçada. As crianças devem ser educadas no sentido de respeitar o próximo e ponto. Isto engloba tudo. *

*Se pararmos para olhar como o mundo se encontra, temos que reconhecer que o modelo de educação que se desenvolve há décadas foi criado no sentido de deseducar e desestruturar cultural e intelectualmente as massas. Universidades por todo mundo vomitam milhões de pseudos-intelectuais todos os anos, mas tudo piora a cada dia e caminhamos a passos largos para o buraco. Todos os governos do mundo conspiram contra seus próprios cidadãos e se transformaram em grandes máfias, junto com os Bancos e as Corporações estão levando tudo, inclusive (e principalmente) nossa própria humanidade. A corrupção se alastra pelo globo e nunca vimos tantas guerras e destruições que vão desde o aspecto moral, até o material - a destruição de nosso próprio planeta. *

*A coisa está tão feia, mas tão feia, que somente uma intervenção "divina" é capaz de frear nossos insanos governantes e a turba alucinada. Vejam a quantidade de manifestações de OVNIS pelo mundo. O “disclosure” é iminente. 2012, como símbolo de transformação está aí e a peneira vai passar. *

*Não crucifiquemos o pobre do Bolsonaro. Tenhamos o entendimento de que seu comportamento é um grito de agonia de alguém que está lá para fazer o seu papel, pois se ninguém disser um chega BEM ALTO a coisa sairá dos limites - como já está saindo. Ele é sim a expressão de milhares e milhares de pessoas, para não dizer milhões. Ele pode ser meio atrapalhado, mas não está errado não. E tenho certeza que esse blá blá blá de dar porrada no filho se for “viado” é só da boca pra fora. Ele é uma pessoa boníssima. Eu tenho
certeza disso. *

*O mundo precisa de amor e filosofia, não de mais ódio e fanatismo. *

J. PAULO


Fonte: Blog Cavaleiro do Templo
 
 
 
http://resistenciacristaj.blogspot.com.br/2011/04/gay-da-inglaterra-se-revolta-com.html?spref=tw