LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sábado, 21 de setembro de 2013

Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

Falsa propaganda, sustentada pelo governo e pela mídia elitista para doutrinar crianças e jovens na homossexualidade, se combate com testemunho de quem viveu essa prática.
Saulo Navarro tem esse testemunho. Ele viveu a homossexualidade.
Se você quer combater a propaganda da mentira gay patrocinada pelo governo e pela mídia, leia e divulgue a entrevista que Saulo Navarro deu a seguir:
Saulo Navarro
Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?
Saulo Navarro: Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar minha masculinidade. Chamo esta fase de “pré-homossexualidade”, ou seja, houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da homossexualidade. Durante minha juventude, fiz algumas tentativas frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não iniciava alguns “contatos” físicos falou ao meu ouvido que às vezes achava que eu não era homem. Estas palavras feriram profundamente minha alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo, angústia, frustração. A partir deste momento decidi nunca mais namorar garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a homossexualidade de forma tão aberta.
JS: O que deixava você mais inquieto na prática homossexual?
SN: A infidelidade e instabilidade. Busquei ser fiel em cada relacionamento, mas via a infidelidade reinar. Durante 12 anos na prática da homossexualidade jamais presenciei uma dupla ser fiel. A pornografia também me deixava inquieto. Menciono também a questão sexual, pois o sexo homossexual masculino acaba numa mistura de fezes com esperma que não serve para nada.
JS: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e dever ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor dos homens que querem sair dessas práticas. O que você acha?
SN: Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT, avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia. Estas pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento gay. Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade. Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a psicologia trabalha em favor da Nova Era.
JS: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?
SN: Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano. Aponto o seguinte: após 12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada. Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda. Sozinho é praticamente impossível vencer.
Saulo Navarro
JS: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?
SN: Antes de entrar na prática da homossexualidade fui abordado por um homem que participava de uma destas religiões afro-brasileiras que veio me pedir algo: “para que eu me desenvolva lá dentro será preciso ter uma relação homossexual e escolhi você”. Ele não se considerava homossexual, mas disse que precisaria se envolver com a homossexualidade. A prática da homossexualidade não faz parte do projeto de Deus para o ser humano. Interessante o que houve com este rapaz: ele teria que se sujeitar a uma prática sexual para atender à imposição de uma religião e desta forma adquirir crescimento e poder. Neste caso este rapaz não se considerava homossexual. Conheci pessoas que se consideravam homossexuais e que se envolveram com religiões afro-brasileiras porque encontraram ali um local que não exigiria mudança de comportamento. Pode-se estar homossexual sem problema algum, assim como podemos ver nas igrejas inclusivas.
JS: Uma das aflições que Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios frequentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?
SN: O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres, homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12 anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a homossexualidade. Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um processo de ajuda.
JS: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?
SN: Tenho ouvido vários pré-adolescentes e adolescentes envolvidos com a homossexualidade e bissexualidade que me procuram para desabafar. Os pais descobrem o envolvimento do filho na homossexualidade e se inicia um enorme stress em cima do filho para que mude de comportamento o mais rápido possível. Chamo estes pré-adolescentes e adolescentes de “Geração Tolerância”. Alguns falam de abusos sexuais e abusos emocionais como parte de sua história, a maioria me fala o seguinte: “Saulo, sua história de vida é marcada por traumas e abusos. Eu não tenho nada disto do que você fala e escreve, estou na homossexualidade porque gosto e não vejo problema algum. Entendo que Deus é amor e que Ele não condena o meu amor por uma pessoa do mesmo sexo.” Esta geração recebeu estímulo para ver a homossexualidade e bissexualidade como normal, desde o berço. A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. Esta geração não passou por abusos sexuais e traumas. Sofrem estímulos e manipulações há anos. Atualmente as famílias estão colhendo os frutos desta manipulação toda que vemos ser propagada ao nosso redor. Para estes jovens, a palavra tem de ser de alerta total. Eles precisam saber do que há por trás desta manipulação. Ideologias gays, de gênero, feministas e outras têm grande interesse em destruir às famílias que possuem valores principalmente cristãos, e isto se consegue através das influências feitas na mente das crianças.
Para estes escrevo: Fantoches úteis, isto mesmo, fantoches úteis. Vivemos numa época onde pré-adolescentes, adolescentes e jovens assumem abertamente aos pais sua homossexualidade e bissexualidade. Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância que se acham donos do próprio nariz. Gritam em alta voz que são livres para viver a sexualidade da forma que acharem melhor. Para estes jovens eu digo, CUIDADO – VOCÊ QUE SE ACHA LIVRE, QUE FAZ O QUE QUER, VOCÊ ESTÁ MAIS PRESO DO QUE POSSA IMAGINAR. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos que buscam desmontar a sociedade atacando a célula nuclear, a família. 
JS: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?
SN: Os EUA estão se prostituindo com a Nova Ordem Mundial que tem por objetivo não só proliferar a homossexualidade como destituir a família projetada por Deus da posição em que sempre esteve. Esta forte política moderna dos EUA atende a uma agenda do inferno, de homens interessados em dizimar a família cristã do mapa. 
JS: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?
SN: A intenção de todas estas leis é não somente tratar da legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então, por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente dão nome ao pecado. Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade, exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor, hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da sociedade.
JS: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?
SN: Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar junto, dentro de uma relação de ajuda. É preciso estar a par do que há por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio. As igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em Cristo. 
JS: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?
SN: A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay. 
JS: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?
SN: Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de Deus. A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade. Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência. E infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma verdade.
JS: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?
SN: Esta manipulação toda começou com a união estável entre um homem e uma mulher, o que abriu espaço para a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Com isto, conquistou-se o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, inseminação e adoção. Agora abriu-se espaço para outros tipos de uniões, como dois homens e uma mulher, uma mulher e dois homens... Não tenho dúvida alguma que o objetivo a curto prazo seja a legalização da pedofilia. O pedófilo terá agora uma orientação sexual assim como os homossexuais. Toda esta manipulação vem acontecendo gradativamente, como um conta gotas. Mentiras são contadas infinitas vezes e a sociedade engole como se fosse verdade. É a tal da ideologia de gênero que trabalha com a manipulação da linguagem.
JS: Qual é o seu ministério hoje?
SN: Desenvolvo palestras, estudos, seminários e oficinas dentro das igrejas cujo foco é a conscientização do povo de Deus para oferecer apoio e graça ao que busca ajuda para abandonar a prática da homossexualidade. Através destas atividades levo esclarecimentos quanto a temas como Ideologia gay, ideologia de gênero (Teoria Queer), Prevenção da Homossexualidade, Crianças Transgênero Futuros Transexuais, Quando Alguém do seu Convívio Diz que é Homossexual, Nova Ordem Mundial, etc. O tempo que dedico a estas atividades é parcial.
JS: Você tem livros publicados?
SN: Não. O único material que escrevi foi minha história de vida e está disponibilizado na internet: Homossexualidade – Um Engano em Minha Vida.
JS: Como você alcança homossexuais?
SN: Através das atividades que desenvolvo nas igrejas e materiais que disponibilizo na internet. Com a conscientização que levo às igrejas consigo mobilizar outras pessoas para se posicionarem neste tipo de ajuda ao que sofre devido a atração que sente pelo mesmo sexo. Raramente tenho tempo para aconselhar pessoas.
JS: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?
SN: De início o foco foi apenas homossexuais, porém devido à demanda tenho ajudado pais de homossexuais e pessoas que sofrem com a homossexualidade de alguém de seu convívio
JS: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?
SN: Agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas para o “gênero neutro”, e os pais não estão percebendo a manipulação destes movimentos. Se você é um intercessor então parta para a ação. Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos.
JS: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?
SN: Estejam preparadas para defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é.
Para ouvir uma palestra de Saulo Navarro, clique neste link: http://youtu.be/kyN0ed2TDeY

Leitura recomendada:

(VÍDEO) - Um Sermão Calvinista sobre CRISTO para os ateus (e também aos homossexuais) - Sermão ministrado na Holanda - Paul Washer

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Clique no link abaixo para acessar o vídeo: 
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/09/um-sermao-calvinista-sobre-cristo-para.html

Marco Feliciano e o beijo das tarântulas

Marco Feliciano e o beijo das tarântulas

Julio Severo
Podem acusar o deputado federal Marco Feliciano de mil coisas (aliás, ele tem sido acusado de pelo menos um milhão de coisas), mas não de covarde.
Marco Feliciano
O deputado, que é pastor da Assembleia de Deus, estava fazendo uma pregação no culto Glorifica Litoral, em São Sebastião, SP, no domingo de 15 de setembro quando a multidão de pessoas em louvor e adoração sofreu a agressão de presenciar o beijo de duas lésbicas.
Não era um beijo discreto num cantinho. O ato foi realizado no ponto mais visível para chocar a multidão de evangélicos e outros interessados.
A agressão moral foi registrada neste vídeo: http://youtu.be/vuRnpt2X9GE

Pela Constituição, qualquer indivíduo que invadir o espaço de um culto religioso para afrontar comete crime. O fato de que as agressoras eram lésbicas ou não pouco importa. Ninguém, pela lei, pode cometer tal crime. Por isso, é inexplicável o “choque” da grande mídia quando Feliciano mandou prender as afrontadoras.
Se o movimento gay queria uma armação para derrubar a resistência cristã, por que não pensou na maior ameaça à vida dos homossexuais? Em países islâmicos, os homossexuais são mortos, e ponto final. Há muitas mesquitas islâmicas no Brasil. Fica a dica para a militância gay mandar suas tropas de beijoqueiros e afrontadores no meio das reuniões islâmicas para ver o que acontece.
Com Feliciano, a afronta é fácil. Ele é acusado de todos os tipos de adjetivos violentos, mas na prática, ele não mata nem as moscas que pousam nos homossexuais. Entre afrontar Feliciano e afrontar um islâmico, a escolha óbvia do ativista gay é o pastor assembleiano, cuja conduta oferece segurança, não violência.
Rachel Sheherazade, jornalista do SBT, também denunciou a agressão à Constituição durante o culto de Feliciano:http://youtu.be/E_tltNWsSBI

O fascinante é que se dois evangélicos tivessem se levantado no meio de uma reunião num centro espírita para entregar folhetos, a polícia iria cumprir sua obrigação de proteger o lugar de culto espírita e a mídia classificaria os dois, com justiça, de baderneiros.
Mas por que quando homossexuais violam o espaço do culto evangélico não há o mesmo rigor da lei?
No ano passado, denunciei que os ativistas gays estavam enviando seus espiões para os cultos evangélicos. Minha denúncia, “Eles estão entre nós: ativistas gays ‘cristãos,’” está neste link: http://bit.ly/17Qsu2T
Estavam apenas sondando. Agora, já sabem o que fazer.
No Estado de São Paulo, o PSDB aprovou o primeiro “PLC 122” do Brasil em 2001, em resposta a uma dupla homossexual que, desavergonhadamente, estava se beijando no meio da rua e disse que foi “vítima” de “homofobia.” O que aconteceu é que quando alguns pais com crianças pequenas reclamaram do imoral beijo público, as “vítimas” expuseram seu “constrangimento” para o PSDB e para o PT, que prontamente elaboraram uma lei de mordaça.
Agora, em São Paulo, a lei protege oficialmente os beijoqueiros gays que constrangem crianças e seus pais, que são obrigados a ver calados para não sofrerem a truculência e os abusos do Estado. É a lei do silêncio e reverência diante da imoralidade. Até crianças são obrigadas a se prostrar diante da “sacralidade” da lascívia gay.
Essa mesma lei protegeu um homem gay que entrou no banheiro das mulheres num restaurante, deixando uma menina de dez anos ali assustada (confira: http://bit.ly/17QtaW2). Mas no final, quem levou a melhor foi o homossexual, ao ser embalado pela mídia como pobre vítima de preconceito… A segurança da menina? O que vale no Estado de São Paulo do PSDB é o avanço da ideologia gay. Mais nada.
Para a tarântula, o beijo é o princípio da morte de sua vítima. Depois do beijo, é só esperar a vítima cair paralisada, pronta para ser devorada.
O afrontoso beijo gay em público foi o primeiro passo para aprovar o “PLC 122” do PSDB em 2001. Agora, as tarântulas fazem a festa. Podem se beijar em público e até dançar de calcinha na frente dos deputados na Assembleia Legislativa de São Paulo, fato que ocorreu realmente em 2007, conforme registrado aqui: http://bit.ly/17QtGDl
A atitude de Feliciano de mandar prender as duas lésbicas arruaceiras protegeu o culto e a Constituição. Se ele tivesse cedido, o beijo das duas criaturas lésbicas teria sido o beijo das tarântulas, provocando cedo ou tarde paralisações horríveis nos direitos das vítimas.
Foi um grande embate, entre a Constituição e a libertinagem das tarântulas. Feliciano prevaleceu sobre a baderna, usando apenas a Constituição. Por tal atitude sensata, ele deveria ser apoiado por todos.
Mas esse não é o caso. A esquerda secular o odeia. E há também a esquerda evangélica, muito bem representada por Ariovaldo Ramos, que faz questão de fazer oposição a Feliciano. Ariovaldo participou meses atrás de uma mobilização de evangélicos esquerdistas opostos a Feliciano (http://bit.ly/1bx3PEC) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
O Rev. Marcos Amaral, que adora fazer marchas globalistas com pais-de-santo, também se uniu à esquerda secular para protestar contra Feliciano. Aliás, ele revelou que no que dependesse dele, Hugo Chavez deveria ter vida longa e Feliciano um derrame (http://bit.ly/17QwsIT).
Essas são apenas algumas das poucas amostras dos sentimentos da esquerda evangélica, que prefere os beijos das tarântulas e tem horror das preocupações de Feliciano com crianças brasileiras sendo obrigadas a se submeter à doutrinação gay, inclusive submissão total ao beijo gay.
As tarântulas são cruéis e implacáveis. Quase dois anos atrás, Marcelo Serrado, ator que estava fazendo papel de homossexual em novela da Globo e declarou que a oposição ao “casamento” gay era “homofobia,” quase foi linchado pelas tarântulas do movimento gay e da Esquerda secular quando disse sobre o beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.” (Confira:http://bit.ly/19n0aUV)
Quando a obscenidade gay quer invadir um espaço, nada é sagrado, nem a inocência das crianças, nem o culto a Deus. Portanto, quando tarântulas gays exigem esses espaços, precisamos dar todo apoio aos heróis que ousam defender a inocência das crianças e o culto a Deus.
Meses depois do quase linchamento do ator e dos protestos de Ariovaldo e Amaral contra Feliciano, parece que a esquerda secular e evangélica ainda não suavizou seus sentimentos de crueldade. Nesta semana, em que Feliciano obteve a grande vitória para a Constituição e proteção de um culto, uma colunista do GospelMais mostrou que o pastor assembleiano, mesmo estando já sob o ataque de multidões de fanáticos ideológicos, merece críticas de mais evangélicos. No que depender da colunista, o ideal será vida longa para as tarântulas evangélicas e um derrame para a Constituição e para o bom senso.
O artigo dela, intitulado de “Quando é que Feliciano vai começar a trabalhar?” traz todas as características de um Genizah. Aliás, sua autora, que prefere colocar Feliciano na brasa quente da crítica e maledicência, divulga Caio Fábio na brasa do amor gospel (http://archive.is/NL9R6). Outro ídolo dela na brasa desse amor é Ariovaldo, o louvador de Hugo Chavez (http://bit.ly/18ULtIC).
Quando a Comissão de Direitos Humanos era usada pelo PT durante anos para canalizar vastos recursos do dinheiro do povo do Brasil para o movimento homossexual, não vi Raquel Elana, a autora do GospelMais, reclamando. A explicação pode ser simples: a autora estava fazendo trabalho missionário em outro país. Por isso, ela não pôde cobrar os frutos (maus e podres) do PT.
Mas agora, num momento em que Feliciano teve um grande confronto com as tarântulas e foi vitorioso, não é o tempo de fazer papel de mosca morta em sopa.
Se a preocupação da missionária é frutos, ela poderia passar seu tempo contando sobre seus frutos e almas ganhas no campo missionário. Na ausência de frutos, ela deveria voltar ao campo missionário, para ter no que trabalhar e parar de cobrar dos outros o que ela não mostra em si. Do contrário, querendo ou não, fica parecendo que ela quer se juntar às tarântulas — se é que já não o fez. Mas, querendo sim, já se juntou à festiva esquerda gospel, que não faz e critica quem faz.
Parabéns, Feliciano, pela vitória diante das tarântulas e por sua persistência diante da persistente oposição da esquerda gospel.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

(VÍDEO) - INTOLERÂNCIA FASCISTA-PETISTA-MARXISTA-SOCIALISTA-FEMINISTA-COMUNISTA OFENDEM CULTO EVANGÉLICO




SILAS MALAFAIA COMENTA PRISÃO DE LÉSBICAS DURANTE CULTO DE FELICIANO


O líder religioso apontou os dois crimes cometidos pelas jovens


O pastor Silas Malafaia escreveu um texto em seu site Verdade Gospel comentando sobre a prisão de duas jovens que foram presas por se beijarem durante a pregação do pastor Marco Feliciano no último domingo (15) na cidade de São Sebastião, litoral de São Paulo.
Feliciano percebeu a movimentação dos ativistas, uma das jovens era a organizadora do “beijaço gay” que pedia a saída do pastor da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara (CDHM), e pediu para que a polícia retirassem as jovens que estavam desrespeitando o local de culto.
Para Malafaia a atitude mostra que o ativismo gay é intolerante e não sabe respeitar quem diverge de suas práticas. O pastor também criticou a atitude da imprensa que, ao noticiar o caso, tomou partido colocando o deputado como o grande vilão da história.
Para o apresentador do Programa Vitória em Cristo o caso não foi encerrado da forma como se deveria, pois baseado na lei as jovens cometeram um crime e mereciam ser presas.
“Essas duas lésbicas mereciam ir para a cadeia porque cometeram dois crimes. Um, contra a lei maior, a Constituição Brasileira, que no artigo 5º, no inciso 6″, diz ele citando o trecho que garante a proteção do Estado ao local de culto. O segundo crime seria o de perturbar e escarnecer o local de culto como está previsto no Artigo 208 do Código Penal.
“Isto é apenas um pequeno sinal do que eles desejam impor à sociedade e o que eu lamento é que ainda tem muitos pastores e cristãos que estão na cegueira espiritual e não conseguem ver a trama diabólica para nos obrigar a aceitar suas práticas.”

Ativistas gays se beijam em culto que Marco Feliciano é palestrante



 
Será que estamos prestes a assistir a mídia brasileira usar o pastor e deputado federal Marco Feliciano outra vez como bode expiatório, para desviar a atenção de brasileiros de um assunto que o PT quer que NÃO haja exposição? 

Saiu no UOL uma matéria abordando o comportamento inconveniente de duas jovens, Joana Palhares, 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, no evento Glorifica Litoral, realizado em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, no domingo de 15 de setembro. Elas se beijaram durante a pregação de Marco Feliciano e o pastor, usando autoridade de parlamentar federal, pediu que a Guarda Civil Militar retirasse-as do local algemadas.

É importante frisar:

1º - Constituição Federal: Art 5º, VI , declara que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.

2º - A repórter Gabriela Lousada escreveu com imparcialidade, citou o advogado das ativistas e comentou as postagens de Feliciano em seu perfil no Twitter. Após expulsar garotas que se beijaram em culto, Feliciano diz que foi baderna (Gabriela LousadaDo UOL, em Santos (SP)16/09/201318h07).

Outras abordagens da mídia:


Vídeo da TV Vanguarda via Canal da Direta:


Rodrigo Constantino, para a Veja: E se fosse o Feliciano pregando em uma passeata gay?

WAPTV Comunicação: Marco Feliciano mostra vídeo do beijo das lésbicas no Glorifica Litoral 

E.A.G.

Fonte: http://belverede.blogspot.com.br/2013/09/marco-feliciano-ativistas-gays-se-beijam-culto-evangelico-algemadas-presas.html

Lésbicas desrespeitam culto evangélico e acabam detidas; Pr. Silas comenta

Imagem: DivulgaçãoPor meio de seu twitter, o deputado federal e pastor Marco Feliciano esclareceu o motivou de ter pedido que duas jovens que estavam se beijando no “Glorifica Litoral”, em São Sebastião (SP), no último domingo (15), fossem retiradas do local pela polícia.
Ele era o preletor da noite e destacou que o local de culto é protegido por lei e que as manifestantes feriram o código penal. “Toda vez que indivíduos adentram o local de culto, seja onde for, e atentam sem pudor contra nossos princípios, ferem nossos direitos”, escreveu.
As jovens Joana Palhares, 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, foram retiradas pela Polícia Militar e depois de serem levadas à delegacia passaram a afirmar que foram agredidas pelos guardas, mas segundo Feliciano elas é que chutaram os policiais. “Indivíduos invadem o culto, desrespeitam crianças, idosos, agridem as autoridades, chutam os policiais, e por fim dizem ser vitimas?”, questionou. As jovens ameaçam processar os PMs e o pastor.
Antes de serem retiradas do local, o Feliciano pediu cautela aos guardas, pois sabia que os ativistas alegam agressão física nesses casos. “Alguém está por trás disto usando estes indivíduos como massa de manobra para tentar desestabilizar a ordem. Já detectamos em vários lugares que tais ‘ativistas’ são insuflados por professores e por partidos políticos. Ganham dinheiro para isto”, disse.
Não intimidado com a repercussão do caso, Feliciano diz que isso só acontece com os evangélicos porque “somos pacatos”, mas deixa um alerta: “Não somos trouxas”, prometendo chamar a lei sempre que for necessário.
Imagem: divulgaçãoPr. Silas comenta
Cada vez mais fica provado o que o ativismo gay quer: privilégios para fazerem e falarem o que bem desejarem contra qualquer um que se levante contra suas práticas e ao mesmo tempo se protegerem para que tenham imunidade sobre o que bem entenderem fazer. E o que me espanta é ver a imprensa a favor desses absurdos, num tremendo preconceito em relação à religiosidade.
Essas duas lésbicas mereciam ir para a cadeia porque cometeram dois crimes. Um, contra a lei maior, a Constituição Brasileira, que no artigo 5º, no inciso 6 diz: “É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DA LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTO E SUAS LITURGIAS”. Veja que a lei não fala do templo, mas do lugar do culto, no caso, a prefeitura cedeu a praça para realização do culto, portanto, o local não pode ser violado.
O segundo crime é contra o artigo 208 do Código Penal, que prevê de um mês a um ano de cadeia e multa por quem perturba ou escarnece de culto religioso. Isto é apenas um pequeno sinal do que eles desejam impor à sociedade e o que eu lamento é que ainda tem muitos pastores e cristãos que estão na cegueira espiritual e não conseguem ver a trama diabólica para nos obrigar a aceitar suas práticas. A coisa é mais feia do que a gente pensa! ACORDA, POVO DE DEUS! ACORDEM, CIDADÃOS DE BEM DO BRASIL!
Assista ao vídeo:

Fonte: http://www.verdadegospel.com/lesbicas-desrespeitam-culto-evangelico-e-acabam-detidas/




Rachel comenta sobre polêmica em 
culto de Marco Feliciano